Meus 5 álbuns favoritos de divas do pop mundial

abril 20, 2016
Foto: Reprodução/Google.

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Todos que me conhecem sabem que eu amo música, não apenas ouvir e sentir a letra e a melodia como também falar e escrever sobre o assunto. Sabem também sobre mim que o meu gênero musical favorito é o pop, apesar de eu ter um gosto musical bastante eclético e ser um grande fã do pop/rock, do rock e do hip hop também. Vira e mexe estou viciado em algum single ou álbum novo que é lançado no Spotify, que inclusive – mais uma informação – é o meu app de música predileto. Ouço música tomando banho (alguém não? O.O), me arrumando pra algum evento legal, em sociais com os amigos, até mesmo pra ficar encolhidinho debaixo do edredom no quarto escuro, inclusive também adoraria poder ouvir minhas playlists na ida e na volta da faculdade também, mas quem disse que o medo de ser assaltado permite, rs? Enfim, esse primeiro parágrafo do post foi apenas pra vocês saberem o quanto a música ocupa um grande espaço na minha vida, mas agora, sem mais prolongas, vamos direto ao ponto. Nesse post musical listei os meus 5 álbuns favoritos de divas do pop mundial, que inclusive ocupam a maior parte das minhas playlists, rs. Bora lá conferir quais são? o/

1 – 1989, Taylor Swift

Foto: Reprodução/Google.

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Quando pensei no título desse post mais cedo, o primeiro álbum que veio na minha mente, de forma bem instantânea, foi o 1989, da Taylor Swift. Esse álbum, o quinto de estúdio da carreira da cantora estadunidense e lançado em 27 de outubro de 2014, foi o meu maior vício musical entre o final de 2014 e o início de 2015. E o engraçado é que quando ouvi o álbum na íntegra pela primeira vez, logo na época do lançamento, me lembro de ter achado as músicas bastante genéricas e extremamente parecidas umas com as outras, sem uma característica ou presença muito forte. Mas o álbum, um dos mais premiados, senão o mais premiado da carreira da Taylor, que inclusive levou o Grammy de Álbum do Ano na última edição da premiação, estava tão bombado na época que decidi dar mais uma chance e, pronto, amei e em questão de poucos dias já estava completamente obcecado por praticamente todas as músicas, com exceção de algumas que ao meu ver são bem fraquinhas e que continuo não ligando até hoje, como This Love, Clean e You Are In Love. Acho que esse álbum me marcou tanto porque é um dos únicos álbuns que adoro praticamente todas as faixas, além de que algumas dessas faixas foram trilha sonora de uma época muito especial da minha vida, quando eu estava cursando o 2º ano do ensino médio, especialmente Blank Space, a minha favorita do CD (e da maioria das pessoas também). Sem contar que esse foi um álbum totalmente inovador na carreira da Taylor, diria que um divisor de águas mesmo, afinal todos os anteriores, Red (2012), Speak Now (2010), Fearless (2008) Taylor Swift (2006), possuíam uma pegada mais country, com exceção apenas do Red, que já evidenciava rastros de um pop que viria à se estabilizar por completo com o 1989. O álbum mais recente de Taylor Swift teve a marca surpreendente de 7 singles e clipes de sucesso, sendo eles, em ordem de lançamento, Shake It Off, Blank Space, Style, Bad Blood, Wildest Dreams, Out Of The Woods e New Romantics e ainda rendeu a The 1989 World Tour, a turnê mundial com mais participações da história, que também foi transformada em um documentário para a Apple Music. Inclusive sigo tentando superar o fato de essa tour não ter vindo pro Brasil até hoje (#todosentramemdepressão)… O meu top 3 de músicas favoritas do 1989 seria Blank Space (óbvio!), New Romantics e All You Had To Do Was Stay, e os meus clipes favoritos dessa era são Blank Space e Bad Blood.

2 – Teenage Dream, Katy Perry

Foto: Reprodução/Google.

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Teenage Dream é o meu álbum favorito da Katy Perry, e sem dúvidas o mais bem-sucedido da carreira da cantora até então. O álbum, o segundo de estúdio da artista estadunidense, lançado em 24 de agosto de 2010, emplacou 5 dos seus 6 singles no topo da parada norte-americana Billboard Hot 100, tornando o álbum o segundo da história da Billboard à alcançar tal feito, o que havia sido feito antes apenas por Michael Jackson, que emplacou 5 músicas de seu álbum Bad (1987) no topo da parada. Teenage Dream é composto por 12 faixas, e praticamente todas elas seguem o estilo daquele pop viral que todos nós amamos, que gruda na cabeça e na ponta da língua. Os singles e clipes do álbum foram California Gurls, em parceria com o rapper Snoop Dogg, Teenage Dream, Firework, E.T., com participação do cantor Kanye West, Last Friday Night (T.G.I.F.) e, por fim, The One That Got Away. Além de todo o sucesso e vários prêmios recebidos pelo álbum, o mesmo ainda originou a turnê The California Dreams Tour, que manteve a identidade visual do álbum e transformou o palco dos shows em uma imensa fábrica de doces e guloseimas. A turnê, inclusive, passou pelo Brasil no segundo semestre de 2011 no festival Rock in Rio, no Rio de Janeiro, e em um show extra em São Paulo, além de dezenas de outros países ao redor do mundo. Minhas músicas prediletas do Teenage Dream, que também marcaram uma fase muito feliz e memorável da minha vida, da qual morro de saudades inclusive, que foram os meus dois primeiros anos morando em Salvador (2010 e 2011), são Teenage Dream (morro de amores por essa música! <3), California Gurls e Firework. Já quanto aos clipes, os que mais curto são os de Last Friday Night (T.G.I.F.) e de California Gurls. O álbum de 2010 ainda rendeu um relançamento, intitulado Teenage Dream: The Complete Confection (2012), e a turnê referente ao mesmo foi transformada em um documentário exibido nos cinemas, Katy Perry: Part Of Me, também de 2012.

3 – Don’t Forget, Demi Lovato

Foto: Reprodução/Google.

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Como eu já havia mencionado anteriormente no post de apresentação do blog, que vocês podem conferir clicando aqui, sou fã da Demi Lovato, fã de verdade, real (só não digo que sou um Lovatic porque não sou muito adepto à essas nomenclaturas dos fandoms, mas, ó, nada contra, viu?). A acompanho desde a época do primeiro Camp Rock, lá em 2008, portanto assim como todos que a acompanham desde então já vi a Demi mudar várias vezes, mudar a cor do cabelo, o namorado, o estilo de vida, inclusive o estilo musical. E apesar de ser fato que ela é visivelmente um ser humano muito melhor e mais saudável agora, musicalmente falando, ao meu ver, eu preferia a antiga Demi, a menina, aquela que era toda tímida em cima dos palcos e usava preto, e não esse mulherão que vemos hoje em dia. Que mais uma vez repito, é obviamente a melhor versão dela como pessoa, mas não como artista musical no meu ponto de vista. Potência vocal, infinitamente melhor agora, não há dúvidas, mas aquele pop/rock forte e determinado, cheio de atitude, que passava uma enorme carga emocional à cada música e que me fazia lembrar, quase sempre com o coração apertado, do ano mais feliz da minha vida até então, que foi 2009, pelo qual sou super apegado (inclusive posso fazer um post apenas sobre isso mais pra frente), infelizmente não se tem visto mais nos álbuns da cantora há um bom tempo. E por isso considero seu álbum de estreia, Don’t Forget, lançado em 23 de setembro de 2008, o melhor álbum de sua carreira e um dos meus álbuns favoritos da vida mesmo. O mesmo, que alcançou a posição #2 na Billboard 200, teve apenas 3 singles e clipes, sendo eles Get Back, La La Land e Don’t Forget, trabalhados entre meados de 2008 e o início de 2009. Outro fato que amo sobre esse álbum é que praticamente todas as faixas foram compostas em parceria com os Jonas Brothers, dos quais também sou fã, na época das filmagens do primeiro Camp Rock, inclusive no CD há uma faixa com participação vocal da banda, On The Line. Verificado como disco de ouro nos Estados Unidos e no Brasil, com mais de 500 mil e 30 mil cópias vendidas, respectivamente, o álbum, que possui 11 faixas, ainda rendeu à Demi uma turnê mundial com os Jonas Brothers e uma edição deluxe, lançada mais tarde. Trainwreck (<3), Don’t Forget e La La Land são as minhas músicas favoritas desse álbum, já quanto aos clipes os que mais curtos são os de La La Land e Don’t Forget.

4 – Bang, Anitta

Foto: Reprodução/Google.

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Ao meu ver Bang, o terceiro e mais recente álbum de estúdio da Anitta, lançado oficialmente em 13 de outubro de 2015, é artisticamente falando o melhor de sua carreira. Contendo até então 3 singles de sucesso, Deixa Ele Sofrer, Bang e Essa Mina é Louca, com participação do cantor e compositor que inclusive contribuiu de tal forma para o álbum, Jhama (especula-se que o quarto e último single do disco vá ser Cravo e Canela, feat entre Anitta e Vitin, vocalista da banda Onze:20, o que deve acontecer muito em breve), Bang é o álbum mais eclético e abrangente musicalmente falando da carreira da artista. Nele, Anitta não abandonou as suas raízes, o funk, no caso, mas em paralelo incluiu vários gêneros musicais, como R&B, samba, entre outros, além do pop, que já é característico do seu trabalho. Acredito eu que o álbum, disco de platina no Brasil com mais de 250 mil cópias vendidas, tenha sido o mais aceito pelo público e mais aclamado pela mídia, de fato foi um tiro certeiro de Anitta. Outra característica marcante do álbum, que possui uma identidade visual bem art pop criada pelo artista brasileiro de peso Giovanni Bianco, que inclusive já havia trabalhado com artistas como Madonna em algumas de suas produções, é que todas as participações presentes nele são masculinas. Das 15 faixas que compõem o disco, além de Essa Mina é Louca com Jhama e Cravo e Canela com Vitin, também temos Sim com Cone Crew Diretoria, Gosto Assim com Dubeat e Pode Chegar com Nego do Borel. O meu top 3 de músicas favoritas desse álbum, dificílimo de escolher, seria Bang, Sim e Gosto Assim e os meus clipes favoritos do mesmo até então seriam os de Bang e Deixa Ele Sofrer. Bang ainda rendeu à Anitta a Bang Tour, que foi iniciada no último dia 7 no Rio de Janeiro e que vocês podem conferir minha resenha sobre clicando aqui, além da melhor fase até então na carreira da artista.

5 – Vício, Manu Gavassi

Foto: Reprodução/Google.

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Infelizmente Vício não é um álbum, e sim um EP que possui apenas 5 faixas, mas, ainda assim, é o melhor trabalho musical artisticamente falando da carreira de Manu Gavassi até então, no meu ponto de vista. Lançado em 11 de dezembro de 2015 no iTunes e nas outras plataformas digitais de música, Vício possui um estilo musical completamente diferente dos dois álbuns anteriores da cantora, Manu Gavassi (2010) e Clichê Adolescente (2013), que particularmente não me interessam tanto. Diferentemente do pop/rock que traziam os dois primeiros trabalhos de Manu, as músicas de Vício são consideradas como pertencentes ao estilo synthpop, em que os teclados e sintetizadores são os instrumentos musicais dominantes. Um fato bem legal sobre o EP também é que um de seus principais produtores é Junior Lima, da extinta dupla Sandy & Junior (#saudades), trazendo ainda mais influências eletrônicas ao trabalho. Até então o EP possui dois singles e clipes, Camiseta e Direção, mas como afirmou em entrevista no início do ano, a cantora pretende transformar todas as faixas do trabalho em videoclipe, portanto ainda deve vir muita coisa boa por aí nessa era Vício. Sou completamente viciado e obcecado por todas as músicas do EP desde o seu lançamento, mas as minhas favoritas são mesmo Vício, Farsa e Direção. O trabalho ainda rendeu à Manu a Vício Tour, que durou pouco mais de um mês, passando por algumas capitais brasileiras (ainda sigo tentando superar Salvador não ter feito parte, mas é a vida, né mores?). Seria o meu sonho Vício se transformar em um álbum com mais faixas futuramente? Realiza aí, Manu!

 

E aí, o que acharam das minhas escolhas de álbuns favoritos de divas do pop mundial? Quais são os favoritos de vocês? Quero saber tudo nos comentários, pode ser? 😉



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2 Respostas para "Meus 5 álbuns favoritos de divas do pop mundial"

Camila Freitas - 21 abril 2016 às 21:40

Sou apaixonada! Adoro as 5 <3 E temos músicas favoritas delas em comum! Realmente: 5 divas do pop!

Responder


Matheus Carvalho Matheus Carvalho - abril 21st, 2016 em 10:57 pm • respondeu:

Simmm! Todos esses 5 álbuns são vida demais! <3

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