Saída fotográfica: Museu do Amanhã/Rio de Janeiro

abril 15, 2016

No último sábado (dia 9), eu e minha amiga Patrícia, que além de ser a minha youtuber iniciante favorita também descobri ser uma fotógrafa maravilhosa, fizemos juntos uma saída fotográfica por alguns pontos turísticos do Rio de Janeiro (dois cariocas turixxxtando pelo Rio, hehehe) e a nossa primeira parada foi no Museu do Amanhã, localizado na Praça Mauá, no centro da cidade, onde além de visitarmos, também fizemos umas fotos incríveis, que vocês poderão conferir já já neste mesmo post! Desde as férias de verão passadas que eu morria de vontade de conhecer o museu, mas apesar de ter passado boa parte delas no Rio, a visita acabou ficando para outra oportunidade mesmo, então como tive a chance de viajar pra lá novamente na semana passada, não pude deixar de incluir o museu na minha programação e finalmente rolou, yaaay! 0/

Eu havia comprado os nossos vouchers com antecedência para as 12h de sábado, já que a fila da bilheteria do museu está sempre enooorme, então pra conseguirmos chegar lá com pelo menos meia hora de antecedência, marcamos o nosso encontro às 11h na Central, que fica bem próxima ao museu. O problema é que eu peguei um engarrafamento sem fim na Avenida Brasil e só fui chegar na Central por volta de 12h30, ou seja, 30 minutos depois do horário que eu havia comprado os nossos vouchers, então reduziram-se vertiginosamente as nossas esperanças de conseguir conhecer o conteúdo do museu, mas fomos mesmo assim porque queríamos tentar ter acesso às exposições e mesmo que não conseguíssemos, faríamos fotos na área externa do museu mesmo, que por sinal tem uma vista dos deuses! Finalmente chegamos lá aproximadamente às 13h da tarde e, GRAÇAS AO BOM DEUS, conseguimos acessar o conteúdo do museu, afinal ficamos sabendo que quando se compra um voucher online, independentemente do horário escolhido, o visitante pode chegar lá até às 17h, que é o horário de encerramento da bilheteria do museu. Assim, portanto, iniciamos a nossa visita pelas exposições…

O museu, inaugurado no dia 17 de dezembro do ano passado, concentra as suas variadas e diversas exposições no segundo andar da construção, que ao todo possui cerca de 30 mil metros quadrados, enquanto no primeiro andar podem ser encontrados a bilheteria, o balcão de troca de vouchers por ingressos físicos e uma loja de souvenirs característicos do museu e do Rio, além, obviamente, da área externa, que por sinal é uma das partes mais bonitas e disputadas pelos turistas do museu. No interior do museu, não há um roteiro específico, muito menos funcionários da casa guiando os visitantes para uma exposição ou outra, pelo contrário, todos podem ficar bem à vontade e livres para criarem sua própria programação. Todas as exposições, espalhadas pelo segundo piso, são de fácil acesso e são raras aquelas que prendem os visitantes em longas filas, diferentemente do que é visto do lado de fora do museu, onde visitantes do mundo inteiro se organizam em filas quilométricas com a finalidade de conseguir adquirir ingresso para a visita, com exceção daqueles que se adiantam e compram voucher online, como no nosso caso, hehe. Aliás, vi fila apenas na primeira atividade do museu, que se trata de uma exibição de vídeo, provavelmente sobre o conceito do museu, em uma sala escura, na qual eu e Patrícia optamos por não entrar por conta da fila e já que tínhamos plano de visitar outros lugares depois dali. E também em uma área que continha um painel com uma espécie de quiz, cuja finalidade era atribuir um grau de sustentabilidade de cada visitante a partir de perguntas pautadas no cotidiano de cada um, o que decidimos fazer, já que nem teríamos que esperar tanto assim, mas já não me recordo mais de quanto deu o meu grau de sustentabilidade, rs. Nas outras exposições os visitantes transitam de forma bastante livre, o que achei bem legal.

A temática predominante na maioria esmagadora das exposições do museu é pautada na relação entre tecnologia e sustentabilidade, estabelecendo como objetivo maior provocar – fazer perguntas mais do que respondê-las, convidando os visitantes à juntos, construirmos os Amanhãs que quisermos. Durante toda a exposição, o público percorre uma narrativa multimídia estruturada em 5 grandes momentos – Cosmos, Terra, Antropoceno, Amanhãs e Nós -, cada um encarnando grandes perguntas que a humanidade sempre se fez – De onde viemos? Quem somos? Onde estamos? Para onde vamos? Como queremos ir?. Por conta disso, de possuir como finalidade expor as mudanças, perguntas e a exploração de possibilidades futuras para a humanidade, que o museu se enquadra em uma ” terceira geração ”, enquanto os museus classificados como de ” primeira geração ” são voltados para os vestígios do passado – como os museus de história natural – e os de ” segunda geração ” buscam difundir as evidências do presente – como os museus de ciência e tecnologia. Ou seja, a pretensão do Museu do Amanhã é inaugurar uma nova geração de museus de ciências no mundo, o que aparenta estar conseguindo cumprir, e muito bem.

Por fim, posso dizer que a visita ao museu foi extremamente válida, afinal é exatamente o que eu esperava. Eu simplesmente adorei o conceito relacionando tecnologia e sustentabilidade do museu e todo o aspecto inovador que o mesmo carrega. Também achei que todas as exposições refletem com clareza e maestria todo o conceito que o museu deseja passar aos seus visitantes, que inclusive, constituem parte importante das exposições, afinal participam de quase todas elas através de painéis touchs, o que foi bem legal de se ver também. Super recomendo o Museu do Amanhã! Se forem viajar pro Rio ou até mesmo se forem moradores da cidade e ainda não conhecem, vão, pois é um programa que vale muito à pena! Vamos às fotos? 0/

 

 

Informações gerais sobre a visitação do museu:

O Museu do Amanhã localiza-se na Praça Mauá, 1 – Centro, Rio de Janeiro – RJ e o seu horário de funcionamento é de terça à domingo, das 10h às 18h, com encerramento da bilheteria às 17h, sendo que o horário de fechamento das filas está sujeito à alteração diariamente, sem aviso prévio, portanto é bom chegar cedo pra garantir o seu lugar. Clicando aqui é possível saber mais informações sobre o museu, tais como detalhes sobre cada exposição e venda de ingressos online.

Créditos: Muitas das fotos desse post foram tiradas pela minha maravilhosa amiga Patrícia, que como eu mencionei lá no iníciozinho tem um canal mega divertido no YouTube, o Não Seja Menas, que você pode conferir clicando aqui.

E aí, o que acharam do Museu do Amanhã? Me contem nos comentários se ficaram com vontade de visitar o museu ou se já visitaram e o que mais gostaram à respeito dele! Eu adoraria saber! Beijos! 😉



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2 Respostas para "Saída fotográfica: Museu do Amanhã/Rio de Janeiro"

Papo de Matheus » Saída fotográfica: Escadaria Selarón/Rio de Janeiro - 16 abril 2016 às 22:41

[…] post lindão recheado de informações e fotos, assim como este, que você pode conferir clicando aqui). Assim que chegamos lá, por volta de 15 pras 16h da tarde, não sei dizer ao certo se nos […]

Papo de Matheus » Saída fotográfica: Praça Mauá/Rio de Janeiro - 19 abril 2016 às 00:18

[…] a Escadaria Selarón, as duas primeiras paradas do nosso tour, que vocês podem conferir clicando aqui e aqui. Logo o último post dessa série deveria ser sobre a última parada da nossa saída […]

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