Saída fotográfica: Pelourinho/Salvador

julho 18, 2016

Eu mal posso acreditar que finalmente estou escrevendo este post, o qual eu já havia prometido subir aqui no blog há muuuito tempo, mas, como nada se pode procrastinar pra sempre, vamos falar mais detalhadamente sobre a minha saída fotográfica para o Pelourinho, que aconteceu no dia 14 de maio (um sábado), isso mesmo, produção, há mais de dois meses atrás! O.O

A minha mais recente visita ao Pelourinho, que se trata de um dos principais senão o principal ponto turístico de Salvador, que é a que está em pauta no momento, foi realizada com uma finalidade pedagógica (e não apenas a de turistar, hehe). No início do semestre letivo, na faculdade, a minha professora da disciplina Práticas Investigativas Interdisciplinares, Patricia, solicitou aos alunos da minha turma que fizéssemos uma pasta (uma espécie de coletânea de arquivos), contendo uma determinada quantidade de resenhas, resumos e fichamentos de livros e artigos sobre Comunicação, filmes cult estrangeiros e saídas culturais – como visita a museus, exposições, projetos sociais e tudo mais que estivesse dentro do perfil da pasta, sendo essa última atividade chamada de atividade plus. O prazo para entrega da pasta finalizada seria no final do semestre letivo.

Como o Pelô é recheado de museus e exposições legais, lá seria um lugar ideal para que visitássemos todos juntos, apesar de que acredito que cada um de nós tenha ido lá antes pelo menos uma vez na vida! A ideia era que visitássemos quatro dos principais museus distribuídos pelo Pelô, foram eles, em ordem de visita: Museu da Misericórdia, Palácio Rio Branco, Memorial das Baianas e Museu da Gastronomia Baiana.

O nosso roteiro começou logo no iniciozinho da manhã, ainda na faculdade, onde combinamos de nos encontrar. Lá tomamos café da manhã juntos, o que achei bem legal, e fomos pegar a van fretada que nos levaria ao nosso destino final. Assim como nos passeios de colégio, é nesse momento de locomoção de um lugar a outro em que acontecem as melhores resenhas, hehe! E, acreditem, resenhar é uma coisa que a minha turma sabe dar conta (e muito bem!)… Dentro de poucos minutos, lá estávamos nós no Pelourinho, onde a van fretada nos deixou e onde encontramos Mônica, guia turística da empresa Turismo & Afins, muito simpática e solícita, por sinal, que nos acompanharia pelo nosso tour.

A primeira parada do nosso tour aconteceu em frente ao monumento da Cruz Caída, localizado na Praça da Cruz Caída, onde Mônica aproveitou para se apresentar, explicar como funcionaria o nosso roteiro e falar um pouco mais sobre o processo de colonização de Salvador pelos europeus na antiguidade e como alguns dos pontos que visitaríamos a seguir serviram como palco pra todo esse processo.

Logo em seguida, visitamos os quatro museus mencionados anteriormente (falarei melhor sobre cada um deles abaixo), sendo que em todos eles fomos orientados e guiados pelos próprios guias desses locais, que também explicavam detalhadamente sobre as principais exposições dos museus, com Mônica ainda nos acompanhando. De determinados pontos de alguns desses museus, também era possível se ter uma visão periférica de outros pontos turísticos da cidade, como o Elevador Lacerda, o Mercado Modelo, a Baía de Todos Os Santos e o Forte de São Marcelo, que foi como presenciar com os olhos elementos da maioria dos cartões-postais de Salvador reunidos. <3

Tudo estava indo muito bem até que um outro guia turístico, cujo nome não me recordo agora, se juntou a nós mais ou menos na metade do nosso roteiro, durante a nossa passagem pelo Palácio Rio Branco (segundo museu que visitamos). Ele foi extremamente inconveniente e até mesmo desnecessário em alguns momentos e colocações, conduziu a situação como se estivesse lidando com pré-adolescentes de ensino fundamental em um passeio de colégio. Praticamente nos obrigava a prestar atenção no que explicava o tempo inteiro, chamava a nossa atenção por qualquer coisa e reclamava até se tirássemos uma simples foto, uma verdadeira pedra no nosso caminho! Isso tornou a nossa excursão um tanto quanto chata e massante, fazendo até com que quiséssemos finalizar as visitas antes do esperado, mas demos continuidade… :/

Esse mala nos restringiu tanto depois que se juntou a nós que destruiu até os meus planos de dar altos closes pelas ruas do Pelô, acabaram só rolando alguns, bem poucos… Mas, em compensação, consegui tirar uma série de fotos conceituais maravilhosas! #amém Muitas delas vocês já devem ter visto no meu feed do Instagram, onde eu postei as melhores, mas vocês também poderão ver as que eu já postei e outras ainda nesse post… Foto é o que não faltou nessa nossa saída fotográfica pelo Pelô!

De uma forma geral, a nossa saída fotográfica/rolê turístico pelo Pelourinho foi ótima e super válida! (; Apesar do aspecto negativo que foi o guia turístico sem noção que pegou o bonde andando, foi maravilhoso poder estar no Pelô novamente e dessa vez com meus migos e migas da faculdade, o que tornou toda a coisa ainda mais divertida! E, claro, também foi ótimo poder conhecer um pouquinho mais sobre a história dos museus, exposições e monumentos visitados!

Acabou que, no fim das contas, eu acabei nem entregando a minha pasta pronta para a professora, o que me fez perder direto em sua disciplina, do que me arrependo, é óbvio, mas somou a minha procrastinação de sempre com o meu desânimo em relação à faculdade e deu no que deu! :/ Porém, ainda assim, foi uma experiência que valeu a pena! Até porque eu simplesmente AMO ir ao Pelourinho, inclusive é lá onde sinto que realmente moro na Bahia, sabiam? Sempre que vou fico encantado em como as ruazinhas de pedra, as casinhas retrô coloridas, a diversidade das pessoas que por lá transitam representam tão bem a cultura de Salvador e da Bahia como um todo! <3 A seguir falarei mais sobre cada um dos quatro museus visitados e darei a vocês uma surra de fotos dessa minha mais recente saída fotográfica… Bora lá? 0/

Museu da Misericórdia

O atual centro cultural, nomeado de Museu da Misericórdia, um dos espaços culturais mais importantes da Bahia, está instalado onde era, na verdade, o hospital Santa Casa de Misericórdia.

Com ampla estrutura e uma fachada externa belíssima, o museu abriga uma série de pinturas, esculturas e objetos, de origem brasileira e portuguesa, a grande maioria exprimindo temas religiosos. As obras de arte encontradas no museu foram doações de benfeitores da igreja, que acreditavam que, ao fornecer as obras, se libertariam dos pecados que haviam cometido. Curioso, né?

E, sem dúvidas, a obra de arte de maior destaque do museu é a estátua da Misericórdia, localizada bem no centro do salão principal da instalação.

Entretanto, além das obras ligadas à arte sacra, também encontram-se expostos no museu artigos de luxo, entre eles aparelhos de jantar e lustres.

Uma das partes do museu que eu mais gostei de visitar foi a ala hospitalar. Foi bem legal ver todos aqueles frascos de remédio e aparelhos usados em procedimentos médicos sabendo que aquele lugar realmente já foi um hospital de verdade um dia.

Informações gerais sobre a visitação do museu:

O Museu da Misericórdia localiza-se na Rua da Misericórdia, 6 – Praça da Sé, Salvador – BA e seu horário de funcionamento é, de segunda à sexta, das 08h30 às 17h30 e sábado, das 09h às 17h. Para saber mais informações no site oficial do museu clique aqui.

Palácio Rio Branco

Localizado na Praça Tomé de Sousa, o Palácio Rio Branco trata-se da antiga sede do governo da Bahia e um dos mais antigos palácios do Brasil.

Construído inicialmente por Tomé de Sousa, primeiro governador geral do Brasil, em meados do século XVI, o espaço passou por uma série de reformas até chegar à configuração atual, uma delas em função de um bombardeio realizado na cidade de Salvador, a mandato do presidente da república da época, Hermes da Fonseca, deixando a maior parte do palácio devastada.

Apesar de ter sido idealizado para ser o centro da administração portuguesa, o palácio já apresentou várias funções, como quartel e prisão. Inclusive abrigou Dom Pedro II, em uma de suas visitas à Bahia.

Hoje em dia, o palácio, nomeado de Rio Branco como forma de homenagear Barão do Rio Branco, um dos maiores estadistas brasileiros, expõe vários pertences de governadores baianos, incluindo um salão apenas com quadros de pinturas desses governadores, um dos espaços de maior destaque do palácio.

Apesar de sua construção externa também ser bastante bonita, o que chama a atenção mesmo quanto à arquitetura do lugar é uma escadaria de ferro e cristal, de origem francesa, que dá acesso a um dos salões da instalação. Salão esse localizado em uma das áreas do palácio que, infelizmente, se encontra interditada.

Uma das exposições que mais gostei do palácio foi uma que mesclava fotos de pessoas reais com pintura, achei bem artístico.

Informações gerais sobre a visitação do museu:

O Palácio Rio Branco está situado na Ladeira da Praça, S/N – Centro, Salvador – BA e seu horário de funcionamento é, de terça à quinta, das 10h às 15h e sábado, das 13h30 às 17h.

Memorial das Baianas

Inaugurado em junho de 2009, o Memorial das Baianas está situado em paralelo à Praça da Cruz Caída, já mencionada anteriormente nesse mesmo post.

Também chamado de Memorial da Baiana de Acarajé, o espaço possui como objetivo expor e documentar a tradição e história das mulheres que faziam e comercializavam a mais famosa comida típica da Bahia, o acarajé. E esse objetivo é cumprido, pois, ao longo da exposição, encontramos vários adereços, artesanatos, instrumentos gastronômicos e muito mais objetos relacionados às baianas e ao acarajé.

Considerado Patrimônio Cultural do Brasil, o espaço, que é infinitamente menor do que os museus citados acima (e, para a alegria de todos, é climatizado!), é uma ótima oportunidade para conhecer mais sobre as baianas, essa marca tão importante na cultura da Bahia.

O que eu achei mais interessante ver no Memorial das Baianas foi a transição da produção do acarajé da antiguidade até os dias atuais. Antigamente, era preciso muito mais trabalho braçal e força mesmo do que hoje.

Informações gerais sobre a visitação do museu:

O Memorial das Baianas localiza-se na Praça da Cruz Caída, S/N – Centro, Salvador – BA. Não encontrei o horário de funcionamento disponível na internet, mas o telefone para contato é (71)33229674.

Museu da Gastronomia Baiana

Instalado bem no centro do Pelourinho, o Museu da Gastronomia Baiana foi inaugurado em agosto de 2006 pelo SENAC (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial) e possui como finalidade apresentar ao mundo a culinária tão peculiar característica da cultura baiana.

Ao longo da exposição, encontramos vários artefatos que remetam à culinária baiana como fotografias de grandes fotógrafos e maquetes que possuem como temática maneiras de comer, as festas de largo, as baianas de acarajé e a diversidade de comer na rua, na casa, na festa e em cerimônias religiosas como um todo, instrumentos de cozinha antigos, homenagens à personalidades que fizeram parte da construção da história da gastronomia baiana e muito mais.

Já a arquitetura do espaço é um show à parte! O salão de entrada do museu é revestido por Muralhas de Santa Catarina, o mais antigo e importante marco arqueológico de Salvador. Há também um cuidado maior com a iluminação do ambiente… É realmente um cenário bem bonito de se ver! Assim como o Memorial das Baianas, aqui a instalação também é pequena e o ambiente também é climatizado.

Gostei de saber um pouco mais sobre as especiarias baianas, algumas que inclusive eu nem sabia que existiam.

Informações gerais sobre a visitação do museu:

O Museu da Gastronomia Baiana está situado na Praça José de Alencar, 13/19 – Largo do Pelourinho, Salvador – BA e seu horário de funcionamento é de segunda à sábado, das 09h às 17h.

 

 

Informações importantes sobre os museus:

Achei importante relatar por meio deste que os museus mencionados acima, principalmente o Museu da Misericórdia e o Palácio Rio Branco, assim como o Monumento da Cruz Caída, estão com o seu estado de conservação um pouco decadentes, necessitando de reformas.

E o Pelourinho como um todo é um ponto um pouco perigoso de Salvador, onde ocorrem muitos assaltos. Inclusive eu mesmo presenciei um em frente ao Monumento da Cruz Caída, antes de eu e meus amigos da faculdade entrarmos no Memorial das Baianas. Logo se faz necessário um cuidado maior com os seus pertences, ok?

 

E aí, o que acharam da minha saída fotográfica pelo Pelourinho? Qual dos museus que eu visitei vocês mais acharam interessante e ficaram com vontade de visitar também? Já estiveram em algum deles? Quais outros pontos turísticos de Salvador vocês gostariam que eu visitasse e falasse sobre aqui no blog? Me contem tudo nos comentários! Eu vou adorar ler e responder! 😉

Saída fotográfica: Museu do Amanhã/Rio de Janeiro

abril 15, 2016

No último sábado (dia 9), eu e minha amiga Patrícia, que além de ser a minha youtuber iniciante favorita também descobri ser uma fotógrafa maravilhosa, fizemos juntos uma saída fotográfica por alguns pontos turísticos do Rio de Janeiro (dois cariocas turixxxtando pelo Rio, hehehe) e a nossa primeira parada foi no Museu do Amanhã, localizado na Praça Mauá, no centro da cidade, onde além de visitarmos, também fizemos umas fotos incríveis, que vocês poderão conferir já já neste mesmo post! Desde as férias de verão passadas que eu morria de vontade de conhecer o museu, mas apesar de ter passado boa parte delas no Rio, a visita acabou ficando para outra oportunidade mesmo, então como tive a chance de viajar pra lá novamente na semana passada, não pude deixar de incluir o museu na minha programação e finalmente rolou, yaaay! 0/

Eu havia comprado os nossos vouchers com antecedência para as 12h de sábado, já que a fila da bilheteria do museu está sempre enooorme, então pra conseguirmos chegar lá com pelo menos meia hora de antecedência, marcamos o nosso encontro às 11h na Central, que fica bem próxima ao museu. O problema é que eu peguei um engarrafamento sem fim na Avenida Brasil e só fui chegar na Central por volta de 12h30, ou seja, 30 minutos depois do horário que eu havia comprado os nossos vouchers, então reduziram-se vertiginosamente as nossas esperanças de conseguir conhecer o conteúdo do museu, mas fomos mesmo assim porque queríamos tentar ter acesso às exposições e mesmo que não conseguíssemos, faríamos fotos na área externa do museu mesmo, que por sinal tem uma vista dos deuses! Finalmente chegamos lá aproximadamente às 13h da tarde e, GRAÇAS AO BOM DEUS, conseguimos acessar o conteúdo do museu, afinal ficamos sabendo que quando se compra um voucher online, independentemente do horário escolhido, o visitante pode chegar lá até às 17h, que é o horário de encerramento da bilheteria do museu. Assim, portanto, iniciamos a nossa visita pelas exposições…

O museu, inaugurado no dia 17 de dezembro do ano passado, concentra as suas variadas e diversas exposições no segundo andar da construção, que ao todo possui cerca de 30 mil metros quadrados, enquanto no primeiro andar podem ser encontrados a bilheteria, o balcão de troca de vouchers por ingressos físicos e uma loja de souvenirs característicos do museu e do Rio, além, obviamente, da área externa, que por sinal é uma das partes mais bonitas e disputadas pelos turistas do museu. No interior do museu, não há um roteiro específico, muito menos funcionários da casa guiando os visitantes para uma exposição ou outra, pelo contrário, todos podem ficar bem à vontade e livres para criarem sua própria programação. Todas as exposições, espalhadas pelo segundo piso, são de fácil acesso e são raras aquelas que prendem os visitantes em longas filas, diferentemente do que é visto do lado de fora do museu, onde visitantes do mundo inteiro se organizam em filas quilométricas com a finalidade de conseguir adquirir ingresso para a visita, com exceção daqueles que se adiantam e compram voucher online, como no nosso caso, hehe. Aliás, vi fila apenas na primeira atividade do museu, que se trata de uma exibição de vídeo, provavelmente sobre o conceito do museu, em uma sala escura, na qual eu e Patrícia optamos por não entrar por conta da fila e já que tínhamos plano de visitar outros lugares depois dali. E também em uma área que continha um painel com uma espécie de quiz, cuja finalidade era atribuir um grau de sustentabilidade de cada visitante a partir de perguntas pautadas no cotidiano de cada um, o que decidimos fazer, já que nem teríamos que esperar tanto assim, mas já não me recordo mais de quanto deu o meu grau de sustentabilidade, rs. Nas outras exposições os visitantes transitam de forma bastante livre, o que achei bem legal.

A temática predominante na maioria esmagadora das exposições do museu é pautada na relação entre tecnologia e sustentabilidade, estabelecendo como objetivo maior provocar – fazer perguntas mais do que respondê-las, convidando os visitantes à juntos, construirmos os Amanhãs que quisermos. Durante toda a exposição, o público percorre uma narrativa multimídia estruturada em 5 grandes momentos – Cosmos, Terra, Antropoceno, Amanhãs e Nós -, cada um encarnando grandes perguntas que a humanidade sempre se fez – De onde viemos? Quem somos? Onde estamos? Para onde vamos? Como queremos ir?. Por conta disso, de possuir como finalidade expor as mudanças, perguntas e a exploração de possibilidades futuras para a humanidade, que o museu se enquadra em uma ” terceira geração ”, enquanto os museus classificados como de ” primeira geração ” são voltados para os vestígios do passado – como os museus de história natural – e os de ” segunda geração ” buscam difundir as evidências do presente – como os museus de ciência e tecnologia. Ou seja, a pretensão do Museu do Amanhã é inaugurar uma nova geração de museus de ciências no mundo, o que aparenta estar conseguindo cumprir, e muito bem.

Por fim, posso dizer que a visita ao museu foi extremamente válida, afinal é exatamente o que eu esperava. Eu simplesmente adorei o conceito relacionando tecnologia e sustentabilidade do museu e todo o aspecto inovador que o mesmo carrega. Também achei que todas as exposições refletem com clareza e maestria todo o conceito que o museu deseja passar aos seus visitantes, que inclusive, constituem parte importante das exposições, afinal participam de quase todas elas através de painéis touchs, o que foi bem legal de se ver também. Super recomendo o Museu do Amanhã! Se forem viajar pro Rio ou até mesmo se forem moradores da cidade e ainda não conhecem, vão, pois é um programa que vale muito à pena! Vamos às fotos? 0/

 

 

Informações gerais sobre a visitação do museu:

O Museu do Amanhã localiza-se na Praça Mauá, 1 – Centro, Rio de Janeiro – RJ e o seu horário de funcionamento é de terça à domingo, das 10h às 18h, com encerramento da bilheteria às 17h, sendo que o horário de fechamento das filas está sujeito à alteração diariamente, sem aviso prévio, portanto é bom chegar cedo pra garantir o seu lugar. Clicando aqui é possível saber mais informações sobre o museu, tais como detalhes sobre cada exposição e venda de ingressos online.

Créditos: Muitas das fotos desse post foram tiradas pela minha maravilhosa amiga Patrícia, que como eu mencionei lá no iníciozinho tem um canal mega divertido no YouTube, o Não Seja Menas, que você pode conferir clicando aqui.

E aí, o que acharam do Museu do Amanhã? Me contem nos comentários se ficaram com vontade de visitar o museu ou se já visitaram e o que mais gostaram à respeito dele! Eu adoraria saber! Beijos! 😉

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