Não é só no verão que há espaço para você…

fevereiro 03, 2018

” No verão somos passageiros de seus destinos calorosos… ” — é este o olhar de uma tal aspirante à poetisa que você chegou a conhecer sobre a nossa relação (Relou, Bu!). Como muitos dos que ficam a par da história apontam, ” amor de verão ”. E acredito eu que todos eles estejam certos, talvez seja isso mesmo.

Provavelmente por todo o calor (não apenas o já característico da estação), aquele que incendeia nossos encontros, ou pela frequência com que acontecem, ou pelo grau de importância que atribuo e o modo com o qual faço desses momentos o ponto alto da minha estação mais quente do ano…

De fato nos conhecemos no verão, ironicamente nosso primeiro encontro se deu apenas no inverno. É amor de verão sim, mas pra mim representa bem mais que isso! Não à toa eu sinto que poderia facilmente encaixar você e fazer de ti destino em todas as outras estações do ano…

01h26 da manhã, quarto de hotel (apenas dois ao lado do que estivemos aqui da outra vez, há três meses atrás), a minha já antiga combinação de sentimentos e palavras, e sigo ainda extasiado pelas últimas horas que passamos juntos (que eu gostaria muito que tivessem perdurado a noite toda, você sabe), horas essas que se encarregaram de dar um desfecho a essa nossa temporada — a mais intensa e especial até então, eu diria.

Não apenas foi como tem sido um fim/início de ano complicado do lado de cá (sei que por aí também), não foram férias fáceis, mas eu preciso dizer que você parou todos os meus relógios enquanto estávamos juntos, me fez esquecer todos os meus problemas (mesmo que por apenas alguns instantes), trouxe de volta ao meu coração um quentinho que já há algum tempo eu não sentia, proporcionou leveza aos meus dias… Embora algumas situações tenham fugido do controle, foi leve, exatamente como um amor de verão deve ser!

Preciso confessar também que já vim lá do Rio de Janeiro planejando ansiosamente viver todos esses momentos com você, e, pela primeira vez, não consegui enxergar sentido em estar aqui e não te ver. É como se vir pra Salvador tivesse virado sinônimo de estar junto de você, mesmo que apenas uma vez.

É… não dá pra negar…: sem nem pensar duas vezes, você, que ora atende por Rafael Valoixxxxxx, ora por Vara de arrancar manga, foi sim o protagonista dessas férias…

Eu realmente não faço a mínima ideia se você tem noção do papel que exerce na minha vida, no âmbito amoroso, mas imagino que talvez se enxergue como coadjuvante.

A todo tempo, caras vêm e vão (alguns deles sem nem se despedir). Todos deixam sua marca, por menor e mais insignificante que seja ou possa parecer, e assim acabam que me transformando de alguma forma. Não, você não deixa de ser um desses caras. Mas posso te garantir com toda a certeza que, pra mim, você significa bem mais que isso!

Acho que não soaria tão sincero se eu te dissesse com outras palavras, mas… você é especial pra caralho, Rafael!!!

Você entrou na minha vida, sem nem pedir licença, num momento importante demais pra mim. Ali era quase como um divisor de águas. Eu tinha acabado de me assumir, e finalmente passei a me permitir conhecer outros caras sem peso na consciência, dessa vez sem cortinas.

E você, de fato, foi o primeiro cara que mexeu comigo, daquele jeito que faz com que a gente se revire todo por dentro, sabe? E associar a sua figura à liberdade de poder gostar de quem eu quisesse pesou demais também. Daí… pronto… você estava certo naquele dia na piscina lá de casa, foi sim, foi K.O.*, decretei mesmo, confesso — embora a parte do ” se entregar ” tenha vindo mais tarde…

* Mais uma vez, sim, foi K.O., mas a nossa trilha sonora na minha cabeça sempre foi Irregular, okay?

Entre o verão do match no Tinder e o inverno do nosso tão custoso primeiro encontro, minha vida foi marcada por uma série de acontecimentos. Claramente, nenhum deles forte o suficiente para impedir que aquele vinte e quatro de julho reacendesse em mim tudo o que você já havia despertado nas férias anteriores, quando sequer nos conhecíamos pessoalmente.

Me recordo de todo o nervosismo que senti naquela segunda-feira. Embora, curiosamente, eu já não te considerasse mais um estranho, nunca tinha aberto as portas da minha casa para alguém tão desconhecido. Não demorou muito para que toda a insegurança caísse por terra, pelo simples fato de que era você ali, e eu realmente precisava viver aquele momento contigo.

Você não faz ideia do quanto eu te queria, e há tanto tempo. Aconteceu, e ali eu me realizei, viu? Me lembro de, toda vez ao abrir o olho e ver você, pensar: ” Meu Deus, eu não acredito que eu tô em cima desse homem! ”.

Naquela ocasião, antes mesmo que você pudesse ir embora, eu já tive a certeza de que queria te ver outras vezes, muitas outras. E já havia se instalado ali um carinho imenso, carinho esse que só se multiplica a cada vez que a gente se encontra…

O nosso ir de encontro um ao outro é sim pelo foder — com toda a intensidade que a palavra possa carregar. Não dá para chamar de simplesmente ” transar ”, é bem mais caloroso, ardente, latente que isso.

Entre nós dois, o tesão mútuo não aceita ficar em segundo plano, ele transcende a todo momento. É mão cheia na bunda, é enfiar a boca com vontade, é querer matar a vontade do outro na saliva, é sincronia de corpos no suar e no gemer. Não tem nojo, tem tesão. É putaria escancarada!

E é mesmo esse o ápice dos nossos momentos a dois, na cama, mas as vias que me levam até você vão também em busca de outras coisas. É o afeto, o afago, o olho no olho, é analisar cada traço do seu rosto durante o seu sono, é estar perto. É o teu sorriso, bicho! — me desmonto todo só de lembrar… É você, o seu todo, todas as partes do seu eu!!!

Várias vezes me peguei imaginando, ao longo das últimas semanas, como seria poder estar junto de você e compartilhar a vida todinha contigo, e do quanto eu gostaria disso…

Eu queria muuuito, mas muito morar perto da rua Colônia Boa União pra ir te ver a hora que eu bem entendesse, ou quando a saudade apertasse. Te trazer aqui pra casa mesmo que isso significasse passar por cima da regra dos meus pais e entrar numa zona de conflito com eles.

Apresentar você para todos os meus amigos, e achar graça sua todo sem jeito ao saber que a maioria te conhece como Vara. Fazer de você o único personagem da grande tour que é o meu outro Instagram (e finalmente sucumbir ao seu desejo de poder segui-lo).

Ir buscar/guardar a câmera em todos os lugares possíveis. Te queimar sem querer durante o banho e logo depois me sentir culpado por isso. Ter que ouvir você dizer que condicionador poderia facilmente substituir KY, e ainda deixar o sabonete cair no chão de propósito. Passar hidratante de morango na sua cara mesmo sem estar ardendo só porque o cheiro me lembra você.

Deixar você levar meu boné rosa (sempre te achei um tesão nele, inclusive), meu shorts preto e todo o meu guarda-roupa se fosse preciso, e usar as suas também, mesmo que fossem o dobro do meu tamanho. Ouvir suas músicas de Johnny Hooker e a grande mistura que são suas playlists, assim como continuar ouvindo Irregular pensando em você, mas dessa vez sem precisar sofrer um pouquinho com a parte do ” O amor que nunca aconteceu ”.

Ver você de coração partido toda vez que encontrasse algum bichinho perdido/abandonado na rua, e morrer de amores pelo quão gracioso isso é. Te ouvir fazer graça do meu ” s ” puxado de carioca.

Cuidar de você, Rafael… Dizer, em seus dias ruins, que tudo vai ficar bem e que as coisas sempre se ajeitam no final. Te fazer acreditar que tudo tem seu tempo — o tempo de seus pais começarem a te compreender mais, de você reconquistar sua bolsa, de você conseguir enxergar um plano de vida para o seu futuro… O que eu gostaria, na verdade, é isso: me fazer presente para você a todo momento…

Eu enxergo a mim mesmo como alguém que tem uma facilidade e propensão enormes para externar com clareza tudo aquilo que sente, sobretudo através das palavras, meu principal instrumento de defesa.

É um Matheus que simplesmente não aguenta não colocar tudo pra fora, e que embora saiba que isso pode provocar feridas em si mesmo, não suporta a ideia de ser desonesto com os próprios sentimentos. É alguém que, na maioria das vezes, prefere a dor da quebra de expectativa/frustração com o outro, do que reter pra dentro de si o que é pra ser dito e acabar sufocado. É um Matheus que defende a ideia de que em um mundo governado pelo medo de mostrar o que se sente, é surpreendente encontrar aqueles que não se cansam de falar de amor.

É possível que você esteja se questionando o porquê de eu nunca ter lhe dito todas essas coisas antes, e realmente, nunca o fiz. Até tentei, vez ou outra, lhe dizer algumas delas, cara a cara, mas acredito que possa sempre ter soado em tom de brincadeira, ou ironia, ou qualquer outra coisa. Porém, de uma coisa eu tenho certeza: através de meus atos, sempre fiz possível a leitura do quanto você é importante e especial pra mim.

Rafael, o modo com o qual me movimento e me desdobro todo pra que a gente consiga se ver não pode ser equiparado com o que faço por qualquer outro cara. Para estar com você, eu desmarcaria qualquer outro rolê, cancelaria qualquer que fosse o compromisso, compraria briga com minha família ou com qualquer outra pessoa.

Confesso que nem sempre vou atrás, mando mensagem, é verdade, mas quando me proponho a fazer as coisas acontecerem é para que elas realmente aconteçam, e você sabe disso

Não que eu lhe deva satisfação/justificativas, longe disso — meus sentimentos, minhas regras hahaha, porém eu gostaria de deixar claro que não, não estou apaixonado. Mas estaria mentindo se não dissesse que poderia facilmente estar, afinal… é fácil demais se apaixonar por você!

Se eu não tivesse consciência das circunstâncias que nos separam, sem dúvida alguma já teria me entregue e mergulhado de cabeça a esse sentimento, que já ameaçou se alastrar por dentro tantas vezes, sobretudo agora.

Um outro ponto também é que, nesse momento, não estou em condições de me apaixonar por qualquer outra pessoa que não por mim mesmo. Mais que nunca, preciso desencontrar o mundo pra encontrar o meu próprio eu.

E o que eu quero que você saiba, que já se faz claro ao longo de todo o texto, é que você poderia facilmente ser a pessoa, eu não pensaria duas vezes antes de entregar nas suas mãos esse papel. Mas que, embora não seja essa a nossa realidade, de sermos a pessoa um do outro, você já preenche um espaço muito grande na minha vida. E o carinho que sinto por você é tão imenso que chega a ser imensurável. Você é especial demais, pra mim e por si só!

Rafael Valoixxxxxx/Vara de arrancar manga, fique sabendo que sou imensamente grato pelo verão que tivemos juntos — o mais especial que já me ocorreu.

Na mesma proporção em que levarei na memória cada momentinho vivido contigo, gostaria muito de poder enfiar você na mala e te levar embora comigo (e juro que nem me importaria de pagar excesso de bagagem pelo peso da vara).

Quando nos despedimos, dessa última vez, eu brinquei dizendo que você só servia como um tapa-buraco, mas, veja só… eu que terei que encontrar um tapa-buraco pra preencher um pouquinho do vazio que você vai deixar por aqui… É saudade que chama, né Vara? Pois já está acontecendo…

Até a nossa próxima estação, pois, como já dito: não é só no verão que há espaço para você…

Matheus CarvalhoQuem escreveu? Matheus Carvalho

19 anos, estudante de Jornalismo da ESPM-Rio, cariopolitano, fascinado pela escrita, apaixonado por entretenimento, conectado (quase) o tempo todo e se mordendo de curiosidade pra saber o que você achou desse post (conta aí, vai 0/)...

Aviõezinhos de cima

outubro 18, 2017

Talvez você não saiba, mas… eu estou apaixonado por você! Eu bem que tentei me forçar a acreditar no contrário ao longo dos últimos dias, mas cheguei a essa conclusão involuntariamente e é a primeira vez que a assumo para mim mesmo. Não há como não ser paixão, forte e intenso demais para ser simplesmente ” gostar ”, pouco construído e recente demais para ser amor.

Eu não faço a menor ideia de onde eu quero chegar com este texto, nem ao menos sei se ele realmente chegará a ser publicado aqui ou em qualquer outro lugar. Porém, sei muito bem o motivo de estar aqui sentado de frente para o notebook às quinze para as três da manhã de uma terça-feira: eu precisava escrever sobre isso, passar para o papel (ou para a tela do computador) o que está no coração, para entender e organizar tudo aquilo que venho sentindo e, quem sabe, tirar do peito um pouco de toda esta carga emocional que vem me sobrecarregando. E sei mais ainda que, acima de qualquer pessoa que possa estar lendo este blog, amigo que eu possa ter mandado o link ou mesmo de mim, esse texto é para você – mesmo na incerteza de um dia você ler isso.

Sabe aquelas polaroids que tirei de você no fim de semana retrasado, quando esteve aqui? Então, elas estão bem aqui do meu lado e eu simplesmente não consigo parar de olhar para elas enquanto te escrevo. Para ser sincero, eu já perdi a conta de quantas vezes repeti esse mesmo ato desde que elas foram tiradas. E toda vez que olho eu me pego lembrando do quão envergonhado você estava para tirá-las, provavelmente por estar sendo por um momento o centro das atenções, não sei (insira aqui um sorriso bobo tomando conta do meu rosto). É inevitável, ao bater o olho, pensar no quão louco é eu ter visto você no Rock in Rio, no meio de milhares de outras pessoas, pela primeira vez na vida, depois de meses a fio de diálogos esporádicos e tentativas frustradas de um encontro. Mais louco ainda é pensar em tudo o que aconteceu logo em seguida, ou em tudo o que vem acontecendo… Tipo, qual a probabilidade??? Eu não sei se acredito nessa coisa de destino, talvez eu seja mais adepto à ideia de que nós criamos o nosso próprio, mas de uma coisa eu tenho certeza: era mesmo para eu ter te visto ali, eu precisava mesmo estar vivendo tudo isso.

Embora já tenha tentado, eu juro que não entendo ao certo o motivo de você mexer tanto comigo, e eu tenho cada vez mais certeza disso. Não tem fórmula mágica, simplesmente acontece, e está acontecendo… Eu nunca havia ficado tão nervoso e com o coração tão acelerado antes de ir ao encontro de alguém como fiquei às vésperas de ir ao seu (quase já era possível vê-lo sair pela boca, sério!), em nosso primeiro encontro marcado de fato. Apesar da falta de paciência e desânimo intermitentes e de certa vez ter chegado ao meu limite, nunca antes eu tinha insistido em alguém por tanto tempo como fiz com você. Nunca senti a necessidade de falar com alguém o dia inteiro se fosse possível como sinto com você, nem que só para saber se está tudo bem ou como foi seu dia. Não há registro no histórico isso de falar de alguém com tanta propriedade, orgulho e brilho nos olhos como falo de você para as outras pessoas. Eu nunca antes quis que as pessoas de fora desejassem tanto que eu desse certo com alguém como quero que aconteça com a gente. É, pois é, você mexe muito comigo…

Não que se façam necessárias justificativas, longe disso, mas para além dos ” eu nunca ” que você me proporciona, você mexer muito comigo também pode ser justificável pelas pequenas coisas, gestos, que raramente passam despercebidos por mim e que carregam consigo tanto significado. Vira e mexe me pego lembrando de você subindo pela escada rolante do metrô e vindo me cumprimentar com aquela sua carinha de quem não quer nada. Ou de você todo bobo me mostrando a sua SUPER aquisição daquele dia, uma miniatura do Fuleco de dois reais, risos. É com o coração quentinho que lembro de você acordando do meu lado num sábado à tarde, repetindo para eu acordar e me abraçando logo depois. O cheiro do seu perfume, forte e leve ao mesmo tempo, já se esvaiu daquela almofadinha azul que fica na minha cama que você gostou, mas se eu fechar bem os olhos e imaginar ainda dá para sentir. ” Não posso revelar ”, foi o que você respondeu quando eu perguntei que fragrância era aquela, completando logo em seguida que chamava Men, ou algo assim. Toda vez que eu olhar para aqueles dois murais de fotos de mapa-múndi pregados na parede do meu quarto, não importa o rumo que as coisas tomem, eu sempre vou lembrar de você usando os ímãs de aviõezinhos para mapear os lugares que você sonha visitar um dia (Paris tem sua prioridade). ” Pode deixar que quando eu voltar eu arrumo os aviõezinhos de cima, tá? ” – foi exatamente assim a promessa de volta que você sussurrou no pé do meu ouvido pouco antes de ir embora, e que faz eu me derreter todo só de lembrar…

Nós dois somos donos de uma coletânea de diferenças, não dá para negar. Você é mais racional, eu sou todo emoção. Você faz a linha ” belo, recatado e do lar ”, já eu curto mais a rua. Você não é tão ligado em redes sociais, eu estou o tempo todo nelas. A sua diva do pop favorita é a Lady Gaga, a minha é a Demi Lovato. Você é um grande amante de k-pop, eu detesto. Lana Del Rey é o seu Deus, para mim ela morreu e esqueceram de enterrar, sorry not sorry. Um é pisciano, o outro virginiano,…… Mas, ahhh, quer saber de uma coisa? Eu seria o cara mais realizado do mundo ao conhecer mais mil e uma diferenças entre a gente (e mais outras mil e uma semelhanças) se fosse para caminhar de mãos dadas contigo. Foram tão poucos os momentos que já tivemos juntos, mas ao mesmo tempo suficientes para eu concluir que trocaria qualquer rolê para passar uma noite inteirinha fazendo cafuné no seu cabelo (um dia você ainda há de deixar eu passar shampoo e condicionador nele, viu?), assistindo aos incontáveis clipes de grupos femininos de k-pop que você tivesse para me mostrar, mesmo sabendo que eu não conseguiria distinguir rostos porque acho todos muito iguais e ouvindo você traçar detalhadas anamneses de pessoas aleatórias.

Eu bem que gostaria de dizer todas essas coisas para você diretamente, não o faço por medo de você me achar precipitado demais. E o pior é que sou mesmo, confesso. Todos para quem eu decido compartilhar essa história dizem para eu respirar, manter a calma e deixar as coisas fluírem naturalmente, mas como ser calmaria se por dentro eu transbordo adrenalina? É… fazia tempo que eu não gostava tão intensamente de alguém assim… E não quero também que você sinta o peso de todas as expectativas que estou depositando em você. Nós não sabemos de absolutamente nada em relação ao que o futuro reserva para a gente, não sabemos nem mesmo quando será o nosso próximo encontro (por mim, seria amanhã mesmo!!!). O que eu sei é apenas uma coisa…: eu estou te esperando aqui para arrumar os aviõezinhos de cima, está bem?

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